EverX · Direção de campanha
Larissa Cruz Advocacia — Meta Ads · Agosto de 2026
Este material reúne o porquê da nossa comunicação: as dores e desejos que identificamos no seu público, a leitura estratégica por trás disso, e os roteiros de anúncio já prontos pra gravação e publicação. Sugestão de leitura: comece pelas dores e desejos, pra reconhecer o raciocínio, depois vá direto aos roteiros prontos, organizados por tema.
O que trava esse público
O que a pessoa do outro lado do anúncio está sentindo agora — na linguagem dela, não na nossa.
O ex usa os filhos como moeda de troca
"ele só faz isso pra me atingir"
Pensão fora do padrão de vida real de quem paga
"ele ganha muito mais do que declara"
Medo de ser mal representado e perder o que não devia
"e se eu perder a guarda por besteira"
Exaustão de segurar tudo sozinho(a) cuidando dos filhos
"eu só quero que isso acabe"
Já tentou resolver informalmente e não deu certo
"cada vez que eu tento resolver sozinho, piora"
Medo de advogado que só alonga o processo pra cobrar mais
"advogado de família só quer aumentar processo"
Não ser levado(a) a sério, tratado(a) como "mais um processo"
"quero uma advogada que realmente entenda de família"
Medo de expor os filhos a mais conflito
"não quero brigar, só quero que seja cumprido"
Pressão financeira dobrada pós-separação
"não tenho dinheiro pra isso agora"
Insegurança sobre lealdade de quem atende os dois lados
"será que ela não vai jogar contra mim?"
Medo de conflito de herança no futuro da família
"não quero que meus filhos brigem quando eu faltar"
Sensação de estar sozinho(a) na luta
"não aguento mais discutir isso toda semana"
O que essa pessoa quer sentir
Cada desejo se conecta direto a uma ou mais dores acima — é assim que a promessa do anúncio vira lógica, não só frase bonita.
Previsibilidade — saber que o acordo vai ser cumprido
liga com as dores 1, 2 e 4
Parar de provar que é um bom pai ou boa mãe toda semana
liga com as dores 1 e 8
Ser representado(a) por quem entende de família de verdade
liga com as dores 3 e 7
Resolver de vez, sem arrastar o processo
liga com as dores 5 e 6
Ter clareza sobre os próprios direitos antes de agir
liga com a dor 5
Proteger os filhos do conflito, sem escalar a guerra
liga com as dores 1 e 8
Condição de pagamento que caiba no bolso
liga com a dor 9
Confiança de estar sendo priorizado(a) no seu caso
liga com a dor 10
Segurança patrimonial pra família no longo prazo
liga com a dor 11
Sentir que não está mais sozinho(a) no processo
liga com a dor 12
Reconhecimento como quem agiu certo, não o vilão
liga com a dor 8
Fechar esse capítulo pra seguir a vida
liga com as dores 4 e 12
Como lemos esse público
O raciocínio que decide qual dor abre o anúncio e qual desejo fecha a promessa.
Dores mais urgentes
Filhos como moeda de troca, pensão fora do padrão de vida real e medo de perder direitos por má representação. São as que geram ação imediata, porque o problema já está acontecendo agora, não é hipotético.
Desejo com mais apelo comercial
Previsibilidade e "resolver de vez, sem arrastar". Respondem direto à fadiga de quem já tentou resolver sozinho e falhou — é a promessa que mais converte.
O que move esse público
Uma mistura de medo — perder o filho, ser prejudicado, ser mal representado — e necessidade de segurança. Não é ambição nem status, é proteção.
Ângulo que tende a funcionar melhor
Nomear o cenário exato que a pessoa está vivendo agora — "pensão atrasou de novo?", não "problemas de família?" — seguido de uma saída clara, sem jargão.
Nenhuma peça deste material usa promessa de resultado garantido, comparação direta com outros advogados ou indução de medo sem base real. O ângulo de medo que aparece acima é sobre validar uma dor que a pessoa já sente, não sobre criá-la.
Munição pra qualquer criativo
A matéria-prima que qualquer anúncio, roteiro ou carrossel novo pode puxar — mesmo fora dos roteiros já prontos abaixo.
Ganchos
Promessas
Orientação jurídica clara, sem jargão, pra entender exatamente onde você está.
Um caminho pra parar de negociar sozinho(a) e ter um acordo que realmente é cumprido.
Acompanhamento contínuo com quem entende as nuances de família.
Condição de pagamento que cabe no momento, sem comprometer ainda mais as contas.
Clareza sobre se o valor da pensão reflete o padrão de vida real de quem paga.
Um processo conduzido sem incitar mais conflito do que o necessário.
Reconhecimento jurídico de vínculos que já existem na prática, mesmo sem estarem no papel.
Planejamento que evita que a próxima geração herde um conflito com o patrimônio.
Uma advogada que já viu esse tipo de caso se repetir e sabe qual caminho reduz desgaste.
Atendimento direto com a advogada responsável, sem intermediário terceirizado.
Testes de abertura
Duas temperaturas diferentes pra testar: direta e sofisticada. Servem pra título de anúncio, capa de carrossel ou abertura de vídeo.
A pensão atrasou de novo. Isso tem solução.
Separação não devia virar guerra pelos filhos.
Seu ex não pode usar seu filho como moeda de troca.
Você tem direitos que talvez nem saiba que tem.
Chega de resolver sozinho(a) o que devia ter sido resolvido há meses.
Quando o acordo informal para de funcionar, o problema não é você — é a falta de força legal por trás dele.
Alienação parental tem nome, tem lei, e tem o que fazer a respeito. Você não precisa descobrir isso sozinho(a).
Pensão calculada sobre um salário que não é real prejudica seu filho todos os meses. Dá pra revisar isso.
Depois de 10 anos dedicados a direito de família, o maior medo não é o processo — é escolher errado quem vai conduzir ele.
Planejamento sucessório não é sobre burocracia. É sobre poupar sua família de um conflito que você pode evitar hoje.
Prontos pra gravar
Três blocos — guarda, pensão alimentícia e divórcio — com três roteiros cada. Dentro de cada bloco a história de fundo é sempre a mesma: só muda o ângulo de entrada. Cada roteiro já vem com a headline que abre o vídeo.
Narrativa fixa deste bloco: o ex nega visita combinada e ameaça usar acusação falsa pra tentar mudar a guarda — o cliente só quer que o combinado seja cumprido, sem transformar isso numa guerra.
Gatilho · visita negada
Ele(a) negou a visita de novo?
Você combina, se organiza, e na hora o encontro com seu filho não acontece — de novo. Isso não é só chateação, é um padrão que pode e deve ser tratado juridicamente.
Há 10 anos atuando com direito de família, a Dra. Larissa Cruz já viu esse tipo de caso se repetir muitas vezes — e sabe como agir sem transformar isso numa guerra maior do que já é.
Gatilho · ameaça de acusação falsa
Uma ameaça não pode decidir se você vê seu filho.
Ele(a) diz que vai te acusar de algo que você não fez, só pra tentar mudar a guarda a favor dele(a). Isso tem nome, e tem resposta jurídica.
A Dra. Larissa Cruz atua há 10 anos com casos assim e conduz o processo com técnica, sem incitar mais conflito do que o necessário.
Gatilho · exaustão / quero que seja cumprido
Você só quer que o combinado seja cumprido.
Não é sobre ganhar uma briga. É sobre parar de negociar visita, pensão e rotina do seu filho toda semana com alguém que não cumpre a palavra.
Com 10 anos de experiência em guarda e conflitos de família, a Dra. Larissa Cruz ajuda você a transformar isso num acordo que realmente funciona.
Gatilho · atraso / execução
A pensão atrasou de novo?
Você já tentou conversar, já tentou cobrar, e continua sem saber até onde vai o seu direito. Enquanto isso, quem paga o preço é o seu filho.
Há 10 anos atuando quase exclusivamente com direito de família, sabemos como interromper esse padrão com clareza jurídica, sem transformar isso numa guerra maior do que precisa ser.
Gatilho · revisão de valor
Ele(a) ganha muito mais do que declara?
É comum o valor da pensão ficar preso a um salário mínimo enquanto o padrão de vida real de quem paga é bem diferente disso. Existe caminho jurídico pra investigar e revisar esse valor.
Entenda com a Dra. Larissa Cruz se o seu caso tem espaço pra revisão, com base no que realmente aconteceu, não no que está no papel.
Gatilho · pressão financeira pós-separação
Cobrar pensão também dá medo quando o bolso já está apertado.
Depois da separação as contas dobram, e muita gente adia buscar o que tem direito por achar que não vai conseguir pagar um advogado. A Dra. Larissa Cruz entende essa pressão e trabalha com parcelamento pra que isso não seja mais um peso na sua decisão.
Gatilho · separar sem guerra
Separar não devia significar guerra.
Divórcio é o processo que a Dra. Larissa Cruz mais conduz toda semana — e o que ela mais vê é gente chegando exausta de tentar resolver sozinha uma partilha, uma pensão ou uma guarda que devia ter sido conduzida com técnica desde o início.
Gatilho · parar de adiar
Quanto mais você adia, mais difícil fica reverter.
Toda semana alguém chega até a Dra. Larissa Cruz depois de meses tentando resolver o divórcio sozinho, "na conversa", enquanto pensão, guarda e partilha ficam cada vez mais emaranhadas.
Com 10 anos conduzindo divórcios, ela ajuda você a organizar isso agora, com clareza sobre cada etapa do processo.
Gatilho · sair sem virar o vilão da história
Você pode sair dessa sem virar o vilão da história.
Divórcio não precisa significar escalar toda disputa possível. A Dra. Larissa Cruz defende o que é seu por direito, sem transformar o processo numa guerra que machuca todo mundo, inclusive os filhos.
Outras oportunidades (fora dos 3 blocos acima)
Abandono afetivo
Ausência também tem peso jurídico — a lei reconhece a falta de vínculo e pode gerar indenização.
Multiparentalidade
Vínculos socioafetivos podem ser reconhecidos juridicamente, mesmo sem nunca terem sido formalizados.
Inventário com conflito entre herdeiros
Herança não devia ser motivo pra família se afastar — existe caminho pra destravar o inventário.
Reserva estratégica
Prontas pra ativar quando fizer sentido priorizar — não fazem parte do foco atual de guarda, pensão e divórcio.
Guarda de avó/neto
Seu neto precisa de você, mas a guarda ainda não está no seu nome?
Situações em que avós assumem na prática o papel de cuidadores principais são mais comuns do que parece — o direito de família tem instrumentos específicos pra formalizar isso.
Planejamento sucessório preventivo
Você já viu uma família brigar por herança. Não precisa ser a sua.
Não é assunto pra "quando eu tiver mais tempo" — é o que evita que seus filhos herdem um problema junto com o patrimônio.